Os lojistas e comerciantes em geral de nossa região já sabem, que o período pós-carnaval até final de abril, é de “queda” nas vendas, período este de sazonalidade para o comércio. Mas, um fato que chamou atenção foi as vendas em relação ao mesmo período do ano anterior para alguns comerciantes demonstraram maior retração.
Medidas governamentais de combate a inflação através da diminuição do consumo, como aumentos dos juros, e diminuição do crédito, retraíram ainda mais as vendas no primeiro semestre. Porém, a economia já dá sinais que o período de “abril para fechar” está chegando ao fim.
A própria economia regional demonstra melhoras, seja no aumento (mesmo pequeno) dos pedidos das inúmeras indústrias do pólo de confecções, até mesmo no aumento das vendas diretas ao consumidor final, atreladas ao inicio do período junino.
Chegou à hora de “correr atrás do tempo perdido”, preparar os estoques das lojas de roupas, acessórios, perfumaria e floricultura, que por sua vez são os artigos mais pedidos pelo consumidor neste período de festas.
O dia dos namorados, as festas das fogueiras, escolas, empresas e famílias, fazem com que os consumidores saíam ás compras, além das tradicionais festas de rua e clubes, proporcionarão um aumento significativo nas vendas de diversos artigos, é o inicio do período de melhores vendas.
Entretanto, é importante que o comércio procure proporcionar um atendimento diferenciado ao público, haja vista, que a partir de agora com o aquecimento do comércio as visitas dos possíveis clientes as lojas serão cada vez mais constantes, uma grande oportunidade para os empreendedores de conquistar novos clientes principalmente diante do inicio do segundo semestre, que de fato é o período de maior aquecimento da economia proporcionado pelo pagamento do 13º salário, confraternizações nos diversos grupos sociais como: igrejas, empresas e famílias, além do natal e ano novo. Em linhas gerais aproveite o calor do período junino para tratar o seu cliente de maneira especial, pois desta maneira ele voltará e trará amigos ao seu estabelecimento.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Correndo Atrás...
Os lojistas e comerciantes em geral de nossa região já sabem, que o período pós-carnaval até final de abril, é de “queda” nas vendas, período este de sazonalidade para o comércio. Mas, um fato que chamou atenção foi as vendas em relação ao mesmo período do ano anterior para alguns comerciantes demonstraram maior retração.
Medidas governamentais de combate a inflação através da diminuição do consumo, como aumentos dos juros, e diminuição do crédito, retraíram ainda mais as vendas no primeiro semestre. Porém, a economia já dá sinais que o período de “abril para fechar” está chegando ao fim.
A própria economia regional demonstra melhoras, seja no aumento (mesmo pequeno) dos pedidos das inúmeras indústrias do pólo de confecções, até mesmo no aumento das vendas diretas ao consumidor final, atreladas ao inicio do período junino.
Chegou à hora de “correr atrás do tempo perdido”, preparar os estoques das lojas de roupas, acessórios, perfumaria e floricultura, que por sua vez são os artigos mais pedidos pelo consumidor neste período de festas.
O dia dos namorados, as festas das fogueiras, escolas, empresas e famílias, fazem com que os consumidores saíam ás compras, além das tradicionais festas de rua e clubes, proporcionarão um aumento significativo nas vendas de diversos artigos, é o inicio do período de melhores vendas.
Entretanto, é importante que o comércio procure proporcionar um atendimento diferenciado ao público, haja vista, que a partir de agora com o aquecimento do comércio as visitas dos possíveis clientes as lojas serão cada vez mais constantes, uma grande oportunidade para os empreendedores de conquistar novos clientes principalmente diante do inicio do segundo semestre, que de fato é o período de maior aquecimento da economia proporcionado pelo pagamento do 13º salário, confraternizações nos diversos grupos sociais como: igrejas, empresas e famílias, além do natal e ano novo. Em linhas gerais aproveite o calor do período junino para tratar o seu cliente de maneira especial, pois desta maneira ele voltará e trará amigos ao seu estabelecimento.
domingo, 25 de julho de 2010
CURSO PRÁTICO EM CONTROLE INTERNO NA UVP TEVE GRANDE PARTICIPAÇÃO
No primeiro dia (22/07) do Curso Prático em Controle Interno, promovido pela União dos Vereadores de Pernambuco - UVP começou a partir das 10h e contou com a participação ativa dos cerca de 40 inscritos que vieram, além da região Metropolitana, do Agreste e Sertão de Pernambuco. As Câmaras que tiveram representação no curso foram: Arco Verde, Abreu e Lima, Buíque, Bodocó, Camaragibe, Dormentes, Frei Miguelinho, Ibimirim, João Alfredo, Limoeiro, Mirandiba, Machados, Riacho das Almas, Santa Cruz da Baixa Verde, São Bento do Una, Salgueiro, São José do Egito, Tacaimbó, Vertente do Lério.
O curso teve início com uma dinâmica na qual os participantes se apresentaram dizendo a região e município, que representavam, e também suas expectativas. Ainda tiveram a oportunidade de participar e ter espaço para perguntas, que logo foram respondidas. A iniciativa partiu dos representantes da UVP que queria proporcionar um curso prático, na qual, fosse aberto para discutir as experiências do dia a dia do responsável pelas contas internas das Câmaras Municipais. Assim, o Curso foi direcionado para os membros responsáveis pela representação, servindo para esclarecer as normas, mediante a lei e melhorar o Controle Interno.
Esse tema também é importante por causa do aumento da fiscalização e verificação do andamento das contas de cada Câmara. Por isso, a UVP promove esse aprendizado como forma de capacitar e aumentar o conhecimento da categoria em relação ao assunto.
A continuação do aprendizado foi no dia 23/07, que teve início as 9h e o término às 12h com a entrega do certificado. Sendo um sucesso por ainda abordar outros temas como: Análise dos Principais Demonstrativos Contábeis, Balanço Orçamentário, Balanço Financeiro, Nomeação, Exoneração, Questões relativas a Previdência, de muita valia para todos.
O curso, elogiado pelos participantes, foi ministrado pelo Professor da FADIRE e Coordenador de Controle Interno da Câmara Municipal de Santa Cruz de Capibaribe, Willamy Charles Feitosa. “O Controle Interno é importante por observar questões patrimoniais é um órgão que serve para proteger a gestão de erros e omissões. É um órgão fiscalizador dentro da própria Câmara que é respaldado pelo Presidente, por isso é necessário que ele funcione corretamente”, afirma o palestrante do curso, Willamy Feitosa.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Lei dos rendimentos decrescentes x Administração Medieval
O Brasil vive hoje um novo momento, com relação a administração pública, entretanto, há ainda quem utilize um modelo medieval de gerenciamento, é agravado quando o assunto é gerenciar o que é publico. Diante desse novo momento, faremos um comparativo através de uma teoria antiga, mas, adequada para os dias atuais.
Em meio ao século XIX, um jovem operador da bolsa de valores de Londres, chamado David Ricardo, analisando a produtividade da agricultura atrelada ao crescimento demográfico, concluiu que:
Se aumentar a quantidade de um fator variável (ex: materia prima, mão de obra), permanecendo fixa a quantidade dos demais fatores (ex: terra), a produção terá taxas crescentes, á principio, contudo, após certa quantidade utilizada do fator variável, passará a ter taxas decrescentes de produtividade.
Essa análise de David Ricardo é conhecida como a Lei dos Rendimentos Descrescentes.
Para explicar melhor, aplicaremos essa Lei a produção de roupas.
Imagine uma fábrica com 20 (vinte) máquinas, a medida que se aumenta o número de operários a produtividade desta fábrica crescerá até quando o número de operadores forem iguais ao numero de máquinas. Sendo assim, acontecendo mais contratação de operários do que o número de máquinas, os custos de produção aumentarão, pois o fator variável (mão de obra) é superior a quantidade do fator fixo (máquinas). Desta maneira será interressante e inteligente adquirirmos mais mão de obra, apenas, havendo necessidade.
Apesar dessa análise óbvia e prática, foi criada no Brasil uma norma legal para a administração pública no que versa sobre os Limites de despesa com Pessoal. A Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF - estabelece normas de finanças públicas para a responsabilidade na gestão fiscal.
A LRF determinou, dentre outras metas, os limites da despesa total com pessoal, proporcional à receita corrente líquida, distribuídos da seguinte forma: para a União 50%; Estados 60% e, Municípios 60% (sendo 54% para o Poder Executivo e 6% para o Poder Legislativo), devendo cada ente federado estar utilizando apenas 95% do seu limite(o chamado limite prudencial), esse valor prudencial para as prefeituras é de 51,3% da Receita Corrente Liquida.
Mesmo as prefeituras tendo como limite máximo 54% e 51,3% prudencial de sua receita correte liquida, para gastar com pessoal, ainda é comum encontrarmos prefeituras com despesas de pessoal acima do limite legal.
Sabemos das ilimitadas necessidades da sociedade, e que os recursos são limitados, e podemos observar em pleno seculo XXI gestores, que preferem ampliar suas despesas com pessoal (de maneira extremamente superior aos limites legais), do que ampliar seus investimentos em infraestrutura urbana, desenvolvimento economico e social. Esse tipo de atitude nos faz voltar ao passado e enxergar que David Ricardo (século XIX), em sua teoria, é algo mais atual do que determinados gestores públicos de nossos dias.
* Angrisei Eugenia Lima Feitosa é Estudante de Pedagoria da UFRPE;
** Willamy Charles Feitosa Duque é Economista Pós Graduado em Contábilidade de Controladoria - UFPE,Pós Graduando em Gestão Publica- IFPE, e Professor Universitário.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Artigo nosso é publicado em vários blogs e portais do Estado
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Nota no Blog de Inaldo Sampaio
A Evolução do PIB de Santa Cruz do Capibaribe


